
A Astec e o Simpa reuniram servidores da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SMSUrb) no galpão da pasta, localizado na Rua Antônio Carlos Tibiriçá. Em pauta, a apresentação das entidades e do papel desempenhado por cada uma delas na defesa dos interesses da categoria municipária, além da Campanha Salarial 2026.
O encontro foi coordenado pelo presidente do Conselho Deliberativo da Astec, eng. agrôn. Irineu Foschiera, e contou com a presença da Diretoria da Astec e do diretor-adjunto de Assuntos Jurídicos do Simpa, Alexandre Dias. Os participantes receberam um exemplar da edição nº 55 da Revista da Astec, que saiu da gráfica nesta semana, e um marcador de páginas com o violentômetro e os números de apoio em casos de violência contra a mulher, produzido pelo grupo Juntas Contra o Feminicídio, formado por voluntárias da entidade.
Na abertura, Foschiera destacou a importância da participação de todas e todos para fortalecer o movimento da Campanha Salarial e ampliar o envolvimento e a mobilização de um número cada vez maior de colegas na data-base.
A presidente da Astec, profª Carmen Padilha, explicou o papel da Astec e do Simpa, ressaltando que as entidades exercem funções diferentes, porém complementares, na luta pelos direitos dos servidores. Ela também lembrou que quem dá vida e força às entidades é a própria categoria.
— Não há entidades sem categoria — afirmou Carmen Padilha.
A presidente destacou, ainda, a importância de promover ações de esclarecimento junto à população e de fortalecer a data-base por meio da campanha de mídia.
Na sequência, o diretor do Simpa Alexandre Dias falou sobre o funcionamento do sindicato. Ele esclareceu que a entidade tem compromisso com a defesa dos direitos dos trabalhadores e que seu principal objetivo é a organização e a mobilização da categoria na busca por esses direitos.
Para o conselheiro eng. civil Maércio Cruz, o atual governo trata os servidores com desconsideração, revelando-se perverso e desrespeitoso ao difundir um discurso que leva a população a acreditar que o funcionalismo é responsável pelos problemas da cidade. Por essa razão, considera fundamental esclarecer os porto-alegrenses sobre as consequências nocivas das políticas de terceirização e privatização.
Os presentes relataram suas preocupações com situações como o crescente desequilíbrio na proporção entre cargos em comissão e servidores de carreira, com o grande número de procedimentos investigados pelo Ministério Público e a exposição de funcionários do quadro a assédio moral. Também foi uma oportunidade para o esclarecimento de dúvidas, especialmente em relação aos problemas enfrentados no cumprimento do Decreto do Descongela.
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ASTEC – Diretoria Executiva 2025/2026
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