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Vitória: Biblioteca da Smamus vai permanecer na sede da Secretaria

Representantes de entidades de vários setores e cidadãos, se mobilizaram em frente à Smamus, em 11 de fevereiro | Fotos: Ruvana De Carli/CarliCom

“Viva! A Biblioteca ficou! Obrigada pelo apoio! Estou emocionada!”, foi tudo que, com a voz embargada, a primeira bibliotecária da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMAM), hoje aposentada, Carmem Lapolli von Hoonholtz, conseguiu dizer logo que soube da boa notícia: “A biblioteca fica na secretaria, para tranquilizar qualquer ruído em relação à mudança”, como informou o titular da pasta, atualmente, Smamus, Germano Bremm, aos integrantes do Conselho Municipal do Meio Ambiente (Comam), na reunião desta quinta-feira, 25 de fevereiro. A informação foi divulgada pela Matinal Jornalismo, primeiro veículo de imprensa a denunciar a tentativa de desalojo do acervo técnico-científico, altamente especializado, com mais de 20 mil exemplares.

Ao centro, Carmem von Hoonholtz, diretora Cultural da Astec e primeira bibliotecária da SMAM, e o eng. agron. Irineu Foschiera, presidente da Astec, no ato do dia 11 de fevereiro

Carmem, que também é diretora Cultural da Astec, conta que a entidade somou-se com muita energia ao movimento em defesa da Biblioteca Roberto Eduardo Xavier. “Além de investir grande esforço na organização e divulgação do ato realizado em frente à Smamus, no dia 11 de fevereiro, a Astec enviou correspondências para o secretário da Smamus, Germano Bremm, para o prefeito Sebastião Melo e para o Ministério Público do Meio Ambiente, explicando tecnicamente a inadequação da mudança”, lembra a bibliotecária.

O presidente da Astec, eng. agron. Irineu Foschiera, também comemora: “A manutenção do acervo no espaço especialmente projetado para abrigá-lo foi uma conquista valiosa para a cultura, a sociedade porto-alegrense e o meio ambiente. Neste caso, o entendimento técnico colaborou para a decisão política correta”, afirma.

Segundo revelou Bremm à Matinal Jornalismo, houve uma grande resistência por parte de servidores aposentados e de pessoas que têm ou já tiveram alguma relação com a secretaria. “Recebemos também uma comissão de vereadores que se posicionou contra”, explicou ao veículo de imprensa, referindo-se a uma reunião em que parlamentares – incluindo deputados estaduais e federais – propuseram alternativas à remoção do acervo.

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