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Municipários deliberam greve geral, a partir de 20/05

Depois de dois dias de paralisação, mobilizados em busca da abertura de negociações pelo prefeito, os servidores deliberaram greve geral a partir de 20/05, após rejeitar, por unanimidade, a proposta de reajuste de 8,17%, a serem pagos "conforme a saúde financeira do município, com prazo máximo de integralização até maio de 2016", nesta quinta-feira (14), no Centro de Eventos do Parque Harmonia. A greve começa às 8h30min da manhã da quarta-feira, com manifestação no Paço Municipal. Na sexta-feira, 22/5, a assembleia geral inicia às 14h, no Centro de Eventos do Parque Harmonia.

 

Depois de dois dias de paralisação, mobilizados em busca da abertura de negociações pelo prefeito, os servidores deliberaram greve geral a partir de 20/05, após rejeitar, por unanimidade, a proposta de reajuste de 8,17%, a serem pagos "conforme a saúde financeira do município, com prazo máximo de integralização até maio de 2016", nesta quinta-feira (14), no Centro de Eventos do Parque Harmonia. A greve começa às 8h30min da manhã da quarta-feira, com  manifestação no Paço Municipal. Na sexta-feira, 22/5, a assembleia geral inicia às 14h, no Centro de Eventos do Parque Harmonia.

Os municipários deixaram o Paço Municipal, e se deslocaram em caminhada até o Centro de Eventos do Parque Harmonia, cantando o hit do movimento: "Quem não pode com as formigas, não atiça o formigueiro". Entre os músicos que animaram a passeata, o diretor de Relações Sindicais da Astec, Adroaldo Corrêa marcou o ritmo no bumbo.

Ao todo, quase três mil servidores ouviram o relato do diretor do Simpa, Raul Giacobone, sobre a reunião de negociação com o governo, ocorrida há poucos instantes. Em um ofício de três páginas, o governo propôs reajuste de 8,17% a ser integralizado até maio de 2016; a votação imediata do Projeto de Lei (PL) encaminhado à Câmara de Vereadores em 18/12/2014, "que estanca as consequências do efeito cascata"; e a disposição para o diálogo, desde que não seja decretada paralisação." A plenária foi imediatamente invadida por uma sonora e longa vaia, seguida de um refrão de "vergonha, vergonha, vergonha…!" E a proposta foi rejeitada por unanimidade.

Em seguida, a diretora Sindicato, Carmem Padilha, lembrou que o PL enviado pelo Executivo à Câmara cria um abono para repor as perdas imediatas, o que singifica peras futuras, e "o prefeito esquece a palavra dada de Nenhum centavo a menos", afirmou ela. Carmem destacou, ainda, que Fortunati segue ignorando a proposição de PL encaminhado pelo Simpa com "Nenhum centavo a menos, nem a mais!" A sindicalista chama a atenção para o fato de a ministra Carmem Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, já ter sinalizado qu a tendência é de negar o efeito suspensivo da Ação Civil Pública, durante a tramitação do processo.

ASSOCIATIVISMO FORTE SE FAZ COM UNIDADE E AÇÃO.
DIRETORIA EXECUTIVA 2015/2016

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